domingo, 17 de novembro de 2013

Capítulo 14

   Já estamos na quarta-feira, e, pra mim é o pior dia da semana. Não tenho nada contra a segunda, mas quarta é um tédio só. No meio da semana, um dia parado...realmente não gosto. Os pais e irmãs do Bruno infelizmente já foram embora, são uns amores, mas também precisam cuidar da vida deles no Havaí; um dia ainda irei pra lá. E hoje começo a auto escola, confesso que estou nervosa, mas vou tentar.

– Que cara é essa mulher? Parece que vai rasgar o rosto com o tamanho desse sorriso. – perguntei a Sam enquanto lia um processo.

– Ai, nem te conto, foi perfeito. – ela ainda olhava para o nada.

– Perfeito o...Espera! Não me diga que ontem você e Ryan... – fiz um gesto completamente estranho com a mãos. – ela apenas assentiu e me olhou ainda sorridente. – E como foi?

– P-E-R-F-E-I-T-O – falou soletrando – Meu Deus que homem é àquele, fiquei doida. – fez um gesto como se estivesse se abanando e comecei a rir.

– Quem te vê pensa que é pura, mas tem um fogo que até bombeiro demora pra apagar. – me deu um tapinha no bração e começamos nossa rotina.

– Ah! Bem te avisou que hoje haverá audiência? É apenas de reconciliação.

– Me avisou sim, de última hora, mas avisou. – dei de ombros – Só espero que não seja nenhuma senhora doida ou algum cara machão. – falei e sorrimos.

(...)

   Hoje cheguei mais tarde em casa, já que comecei a usufruir do meu presente de aniversário que Bruno me deu, a auto escola. Metade da aula foi de explicações de como funcionaria e como primeira parte tive que passar por um exame médico hoje. Amanhã passarei por um exame psicotécnico e na semana que vem começarei o curso teórico.

   Não estou me gabando, mas a parte teórica não será tão difícil para mim, o que eu temo mesmo são as aulas práticas, ou seja, pegar no volante, realmente dirigir. O acidente com meus pais mexeu comigo, eu sempre tive esse medo de carros, mas esse “empurrãozinho” do Bruno me deu certa força de vontade.

Bruno Pov’s

   Desde de domingo não falo com a Leni, mas ela entende que precisamos fazer uns ajustes, lançar o primeiro clipe e finalizar o álbum. É estranho, mas quando não falo com ela sinto algo estranho em mim, nem eu sei o que é. Fico mais inquieto, hmm, preocupado sem ter notícias dela. Eu a ainda a vejo como minha amiga, uma amiga em que ela e eu avançamos o sinal dessa amizade, onde já se viu amigos que se beijam, transam, trocam carinhos “diferentes”...Ai, já disse que fico confuso com tudo isso?! Quando menos espero me pego pensando nela; em nós.

  Pra mim isso não é paixão, apenas “algo a mais”. Sinceramente, o problema sou eu, que a vejo como a amiguinha perfeita que eu namoro, levo pra cama e não a amo como ela me ama, mas eu ainda amo a vagabunda da Elena. Ah! Elena, a senhorita que me parecia perfeita, que eu realmente me apaixonei, que daria a minha vida por ela e...deixa para lá.

– Bruno? – escuto alguém me chamar, mas nem presto atenção.

– Querido, você também tem que ajudar, ou acha que vai ficar na mamata. – agora sim “acordo” com o cutucão de James.

– Hã? Ah sim. – disse balançando a cabeça e me despertando.

– Já até sei no quê o senhor gatão está pensando, e se chama Leonore. – Phil diz e começa a me cutucar.

– Sem brincadeiras okay? Okay. – sorri – Ela é uma delas.

– Uma delas? Mal está com ela e já pensa em outras. – ele disse e escutei risinhos vindo dos outros meninos.

– Não é desse jeito homem, é meio difícil de explicar. Sei lá, eu fico pensando nela, mas aí a senhorita Elena me vem à cabeça. – me curvei um pouco apoiando os braços cruzados nos joelhos.

– Cara, você tem que tirar ela da cabeça, ela não te vez bem por um tempo, você sabe, depois de ter traído você. – ele disse e acenei com a cabeça. – levou o diabo café da viúva mesmo. – Phil balança a cabeça negativamente.

– Oi? Diabo? Café? Viúva? – perguntei confuso.

– Bruno, é só uma expressão antiga, é como “se fudeu”. – Olha, não sei se vai adiantar muito, ela pode ficar magoada com você, mas esclareça tudo à ela, o que você sente, sobre a Elena, às vezes uma relação mais aberta melhora o convívio. – Phil e suas auto ajudas e filosofias,

– Entendo. Cara, ao mesmo tempo que eu penso na Elena eu penso na Leni, sei lá, é uma confusão danada. Porém você tem razão, falarei com ela. – me levantei e ouvi um coro de “hmmm” atrás de mim.

– Legal, a folga estava legal, mas voltemos ao trabalho seus vagabundos. – falei e foi um misto de risos, “dedos do meio” e idiotices.

Leonore Pov’s

   Hoje o dia foi cansativo, a audiência ocorreu as mil maravilhas...Mentira. Eles ficaram discutindo e com muito custo entraram em um acordo. Teria sido melhor se a senhora Maggie não mandasse tantas indiretas ao senhor Mark, mas pulemos esta parte. Acabei saindo mais tarde do fórum por causa dessa audiência, e depois passei na auto escola para fazer os exames médico, e amanhã faço mais alguns exames e as aulas já começam na semana que vem.

   Antes de chegar em casa passei na loja de brownies, ficava há umas duas quadras do meu apartamento. Cheguei e deixei minha bolsa e meu livro no sofá, guardei os brownies na geladeira e vi um bilhetinho de Brianna colado na porta da mesma.

Estou na praia com Phred, talvez não volte para casa hoje (não se preocupe, tenho camisinha) e antes que você se assuste Bruno está por aí, dentro do apartamento. Qualquer coisa me ligue, manda mensagem e use camisinha também, obrigada. Beijos e te amo”.

   Sorri com o bilhete dela e o deixei em cima da bancada. Peguei um canecão, coloquei água e deixei no fogo até ferver. Peguei um sachê de chá de erva cidreira e o deixei também em cima da bancada, fui até o sofá, peguei meu livro e me sentei em uns dos banquinhos da cozinha, abrindo-o na página em que parei. Estava tão concentrada no livro que me esqueci que Bruno estava rondando pela casa, e só dei por conta dele quando me abraçou por trás.

– Ai que susto seu maluco. – falei colocando umas das mãos no peito e me recompondo.

– Eu não sou maluco, eu sou o Espetacular Homem Aranha. – falou cheio de si e ficando de frente para mim.

– Finjo que acredito. Mas pensando por outro lado, Tobey Maguire fica melhor como Homem Aranha do que você. – coloquei a mão no queixo como se estivesse pensando.

– Então vai me trocar por àquele branquelo de quase quarenta anos? Okay, vai lá, corre atrás dele, já tá até piscando. – fiquei meio em dúvida se ele realmente estava sério, com ciúmes, ou se era apenas brincadeira.

– Tá com ciuminho é? – peguei em suas bochechas e ele bufou: acho que ele realmente estava mais sério  – Para Bruno, tu sabe que eu só tenho olhos para você, eu te amo anão gorducho e meu. – sorri para ele o qual ele retribui timidamente.

    Bruno colocou uma mecha da minha franja atrás da minha orelha, segurou em meu rosto e me deu um longo selinho. Me desvencilhei dele e fui ver a água do chá, desliguei o fogo, peguei uma xícara e coloquei a água junto do sachê.

– Quer chá? – ofereci para ele e aceitou. Lhe entreguei uma xícara com o chá.

– Você é uma inglesa original mesmo. – disse para mim depois de dar um gole no chá e se sentando ao meu lado. – Toma chá ao invés de café, mas está atrasada.

– Mas você se engana, quando deu cinco horas parei numa lanchonete e tomei meu “chá das cinco”. – falei e dei uma piscadinha para ele.

– Vocês inglesas e a mania de ser pontual. Aliás, que livro é este que está lendo? – perguntou olhando para a página aberta.

– “A Culpa É Das Estrelas” do John Green. É simplesmente o melhor livro que já li...pelo menos até a página em que estou.

– E o que me diz dele?

– Virou crítico literário agora? – sorriu e assentiu – Posso resumir que ele se encaixa no “AIF”, Apaixonante Intenso e Fascinante. É o meu modo de saber se o livro é bom, pelo menos pra mim. – sorri.

   Ele sorriu de volta e me deu outro selinho, que virou um beijo “totoso”. Ou ele aprontou alguma ou quer balinha, porque está grudento e fofo até demais para seu normal.


  • Pois bem, me desculpem pela enorrrrme demora. Quem lê a fic já deve ter esquecido a história, nem lembra mais das personagens nsabdnssdbns Me desculpem mesmo, mas com o final de ano eu tive trabalhos de escola pra fazer, provas finais e ainda os cursos e tals. Prometo que passando essa semana (que é a última de aula) eu volto a normalizar as postagens.


  • Eu sei que não posso exigir comentários, além do mais demorei muito pra postar, mas quem quiser comentar eu vou agradecer muito mesmo, pois são eles que me motivam e motivam muitas outras escritoras de fanfics.


  • Acho que esse capítulo ficou grande demais e bem chato, mas eu estava sem um pingo de criatividade e eu escrevo no dia em que posto, daí não é tão emocionante nabsnsabnb Talvez posto outro hoje e até amanhã.


  • Ah! Fonte e certas coisinhas mudadas na fic, acho que assim melhorou a leitura e mais uma coisinha, não achei gifs pro capítulo, peço desculpas novamente por isso (ai como to "desculposa" hoje nabsnbsab)




·         P
·        P

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Capítulo 13

   Ficamos ali, deitados, olhando para o nada, eu ouvindo sua respiração baixinha e seu coração batendo sossegadamente. Ele ficava me fazendo cafuné (já disse que não resisto a isso?! Toda vez que alguém me faz cafuné, mexe no meu cabelo eu já durmo e me sinto no paraíso); por mim eu ficaria ali, abraçada, naquele silêncio que pra mim dizia muita coisa...ficaria ali para sempre.
   Nesse silêncio eu alternava meu olhar entre Bruno e o closet pensando na vida, na gente. Cheguei na conclusão de que Bruno é pra mim um labirinto, ao mesmo tempo que tu sabe muito dele e quer sair dele, tu não sabe de absolutamente nada. Nos há um tempo razoável, namoramos há oque, uma semana, um mês? Nem sei mais, só sei que a cada milésimo de segundo com ele é um ponto do meu infinito que se constrói.
– Leni? – falou me olhando.
– Sim?!
– Acho que somos o único casal de Los Angeles acordados uma hora dessas pensando  na vida. – deu um sorriso fraco e seus olhos estavam mais pesados.
– Não por muito tempo. Pode dormir, quero dizer, dorme Bruno, você ainda acorda cedo e vai pro estúdio. Dorme meu bem, vai ser melhor pra ti.. – me virei de lado, me apoie no braço e fiquei o encarando.
– Dormir e deixar de tomar banho com você? Jamais querida, jamais. – disse me fazendo rir.
   Eu me levantei preguiçosamente e caminhei até o banheiro, nua mesmo, a essa altura ne me preocupava em estar coberta. Bruno logo me segui atrás. Deixamos a banheira encher, jogou um pouco de sais de banho e entramos. Ele me puxou para perto se si ficando de costas e ele brincava com as minhas mãos, com o sabão nelas, fazendo carícias. Nada demais, somente esse clima romântico. Saímos do banho e como eu não tinha nenhuma roupa pedi alguma emprestada para o Bruno.
– Bruno, me empresta alguma blusa? – pedi indo até ele no closet.
– Claro, pode escolher por ai.
Fiquei olhando para a sua vasta opção de camisas e escolhi uma mais velhinha, xadrez, de botões, manga mais comprida. Peguei ela e quando ia me trocar lembrei que não tinha outra calcinha e a que eu tinha usado já nem sei onde foi parar e acho nada higiênico usá-la novamente.
– Problemas. – falei pensativa.
– O que houve? – perguntou indiferente, tirando a toalha da sua cintura e se vestindo. Confesso que fiquei um pouco envergonhada.
– Não tenho outra calcinha pra colocar, eu vim pra cá sem nada, apenas para uma festa surpresa e acabei na cama do aniversariante. – falei e ele me olhou.
– Bem que a senhorita quis vir pra cama com esse gostosão aqui – acabei rindo do jeito que falou – Pode colocar uma cueca minha, vai ficar linda.
– Como é caso de necessidade eu uso, mas é estranho isso, uma cueca?!. – ele me mostrou a gaveta e fiquei rindo feito retardada, imaginando eu de cueca.
   Bruno já estava no quarto, aproveitei para me trocar. Tirei a toalha que me envolvia e coloquei a camisa e cueca boxer dele. Dei uma leve olhada no espelho, parecia um homenzinho, tudo largo, meu Deus, eu estava rindo feito doida. Fui até o quarto e Bruno já deitado me olhou.
– Olha só, eu namoro um homenzinho. – disse e pus a língua para ele.
– Mas confesse, estou um homenzinho sexy. – dei uma voltinha e me deitei ao seu lado.
– Bota sexy nisso. – falou mordendo o lábio inferior, safado.
– Na hora de você nascer, acho que toda a safadice do universo resolveu vir junto de ti, como pode ser assim, só pensa naquilo o dia inteiro. – revirei os olhos.
– Ah! Dá licença, tenho esse direito e eu não penso nisso o dia inteiro, na hora que estou comendo comida eu só penso na comida. Agora me deixa. – falou fingindo estar bravo e se virou de costas para mim.
– Dramático. – revirei os olhos. Virei para o seu lado e o abracei, sorrindo bobamente.
– Chata. – disse baixinho e virou para me encarar. Sorriu sem mostrar os dentes e meu deu um terno selinho.

   Nos ajeitamos e ele deu umas batidinhas em seu peito par que eu me deitasse ali. Assim fiz. Deu um beijo na minha testa e logo adormecemos.


  • Bem, capítulo curto eu sei e sem a menor criatividade. Mas não queria deixar vocês sem pois talvez amanhã eu não poste, talvez, não sei ainda. Beijos <3

Capítulo 12

Tirei a pulseira e a guardei no saquinho, deixando em cima da mesinha de centro.
– Espera, tem um presente não aberto ainda. – Bruno me avisou.
Fui até a caixa e a peguei. Sentei-me novamente no sofá e peguei o cartão pra saber de quem era. Brianna. Abri a caixa e bem, fiquei corada com o que vi. Tinha ainda um bilhetinho dentro.


“ Feliz dia de ficar mais velha amor. Te desejo tudo de bom, sabe que te amo. Espero que goste do presente e use ele, HOJE!!! Sei que você é tímida, cheia de mimimi, mas não custa ousar um pouco né?! Tenta, pelo menos, acho, ou melhor, tenho quase certeza de  que ele irá gostar. Use com responsabilidade hein. Beijo meu amor, juízo.”
    

  Brianna e suas malícias. Realmente ela tinha razão, devia ousar um pouco mais...O problema é que eu não sou nenhum pouco sexy. Tentarei usar o presente.
– Leni? E aí, o que é? – perguntou se aproximando e fechei  a caixa rapidamente.
– Não é nada de mais. Bem, quer seu presente agora? – pois é, “saidinha” novamente, mas perto dele é impossível não ficar.
– Não precisa perguntar duas vezes. – sorriu e me puxou do sofá.
   Levantei e lhe dei um beijo. Entreolhamos-nos e um belo sorriso bobo se formou em meus lábios. Pequei aquela caixa e com a outra mão segurei na barra do colete que Bruno usava. Fui guiando e puxando ele até o corredor do quarto, assim que adentremos ele fechou a porta com um leve chute na porta, mas acabou fazendo um forte barulho.
– Bruno! – o repreendi – Vai acordar a casa inteira. – me virei seguindo com a caixa até o banheiro, mas ele me puxou de volta.
– Calma moça. Primeiro: se acordarem não tem nada a ver, isso é algo comum do ser humano na hora da reprodução e segundo: onde pensa que vai? – disse perto do meu ouvido. A cada toque, a cada fala é uma sensação diferente, inexplicável.
Acabei rindo do que disse e me arrepiando com o seu hálito em meu ouvido.
– Calma você, eu não vou fugir. E mesmo que seja algo natural, não preciso de plateia na hora das intimidades. Aguenta um pouco aí que já volto.– me virei novamente e caminhei agora até o closet, pegando o presente dele e voltei até o quarto – Bem meu amor, aqui está o seu presente. – falei entregando-o uma caixa preta com um laço prata bem feito.
– Nossa Leni, não precisava se incomodar. – acho que ele gostou, sorria.
– Precisava sim e agora veste pra ver como ficou. –falei voltando a caminhar em sentido ao banheiro.
– Visto depois, porque já já vamos ficar peladinhos. – disse mordendo os lábios e passando a mão no peito. Comecei a gargalhar e adentrei no banheiro.
   Levei a caixa com o presente de Brianna e fiquei olhando, pensava se vestia ou não, se seria uma boa ideia, Fiquei uns dez minutos em um dilema comigo mesma e resolvi usar, ou melhor, ousar, devia arriscar um pouco. Pois é, era uma fantasia de enfermeira, sexy. Tirei minha roupa, coloquei a fantasia, o pequeno chapéu e fiquei com o salto que estava mesmo. Antes de sair do banheiro, respirei fundo, tentei controlar minha vergonha e abri a porta.

   O quarto estava completamente escuro, na verdade estava apenas iluminado pela Lua que estava muito linda por sinal. Fiquei parada na porta completamente envergonhada, pois é, talvez esse seja um dos meus defeitos. Bruno me olhava com cara tipo “o” e isso me deixava mais nervosa, seria um “o” de “Porra, você é muito gostosa agora venha aqui que eu quero lhe usar” ou “Minha filha, some desse quarto agora e leva esse exu com você, pelo amor de Deus”. Sim, viajo para um universo paralelo com frequência, principalmente nas horas de timidez.
   O silêncio predominava agora, eu não sabia o que fazer, parecia uma estátua que acha q está sexy e etc. Ai meu Deus, ele poderia falar alguma coisa, ficaria menos tensa.
– Pois bem, isso tudo é pra mim? – Bruno perguntou com cara maliciosa. Obrigada senhor, ele disse alguma coisa, meu pedido foi concedido.
Dei um sorriso amarelo.
– Ai senhor, não é pra tanto. – revirei os olhos.
– Não o que o Piggle Diggle diz. – ele olhou paro o mesmo levantando um pouco as cobertas. Espera, ele colocou nome no coisinho dele?!  - Sabe, acho que tem um menino dodói aqui. – disse ele fazendo beicinho.
Respirei fundo e tentei “encenar” um pouco. Caminhei até ele, tentei fazer uma cara mais safada, se isso é possível, e me inclinei um pouco perto do seu rosto colocando a mão na sua testa.
– Hmm, acho que você está com febre, melhor buscar um remedinho.
– Não precisa, tem um remédio bem na minha frente. – bem, ele olhava para meus peitos. Não, eu não fiz isso de propósito...talvez tenha feito sim.
– Então tudo bem. Posso fazer mais alguma coisa pelo senhor? – voltei a minha posição normal e fiquei encarando-o.
– E como pode. – ele me fitou de cima a baixo.
– Bruno, eu estou com muita vergonha, só para a sua pessoa saber. E você ainda fica me olhando de cima a baixo.
– Leni, atrás dessa fantasia eu já vi tudo. Pra que ficar com vergonha. Agora suba nessa cama e cuide do “bebê”.
   Ele tinha razão. Dei a volta na cama, tirei meus sapatos e subi calmamente. Me ajeitei ao seu lado e logo veio por cima de mim me dando um beijo. O mesmo beijo que me deixa sem fôlego quando acaba, com vontade de quero mais, com vontade e romance ao mesmo tempo. Nossas línguas em perfeita sincronia, o volume visível e “sentível” em sua calça; Bruno é perfeito, completamente perfeito pra mim.
      Num rápido movimento fiquei por cima, sentando em seu colo. Joguei aquele chapeuzinho que havia em minha cabeça pra longe e ele tateou minhas costas até achar o zíper do vestido. O abriu lentamente, pegando na barra do vestido e puxando para cima, nessa altura do campeonato já não respondia mais por mim, é incrível, quando estou perto dele é como se um botão de liga/desliga houvesse em mim, um botão em que se desliga o meu auto controle perto dele.
   Meus seios ficaram livres, e a altura de seus olhos. Logo me virou para cama e me deu um selinho, depois abocanhou um dos meus seios e o outro ficou beliscando com a mão, o qual o mamilo já estava rígido. Ele sabia me deixar completamente louca e com vontade de tê-lo dentro de mim. Passei minhas pernas em volta de sua cintura, deslizei minhas mãos até a barra de sua camisa e puxei ela para cima, um pouco com dificuldade, mas consegui. Passei minha mão por toda a extensão de suas costas, lhe dando leves arranhadas e depois passei por sua barriga até chegar ao zíper se sua calça. Bruno e eu ficamos de joelhos na cama para ele tirar sua calça juntamente da cueca e eu tirei minha calcinha e voltamos a deitar na posição em que estávamos. Pegou uma camisinha no bolso de sua casa e colocou, logo após me penetrou. Confesso que doeu um pouco, mas depois foi maravilhoso, uma sensação maravilhosa, que sentia apenas com ele. Descreveria como “estrelas explodindo e pairando sobre a minha cabeça”.
   Ele começou com estocadas fortes e firmes, e foi aliviando aos poucos. Me olhava fixamente nos olhos e deu um sorriso torto, aquele sorriso torto que eu amo, ele suava um pouco também. Apoiou suas mãos mais próximas dos meus ombros e aproximou sua boca ao meus ouvido.
– Você é gostosa e completamente perfeita. – voltou a me olhar.
   Eu apenas o olhei e dei um sorriso fraco. Já estava me cansando daquela posição e acho que ele percebeu. Com um movimento rápido deitou-se na cama e eu sentei em seu colo. Percorri minhas mãos por toda a extensão de seu corpo e introduzi seu membro em mim. Comecei apenas rebolando devagar e Bruno segurava com força o lençol, seu olhos estavam fechados e mordia levemente seu lábio inferior. Fazia movimentos de cavalgada, escutava nossas respirações ofegantes e gemidos baixos vindo do Bruno. Mexi mais um pouco e...estremecemos juntos, chegando ao ponto máximo do nosso prazer!

   Deitei-me ao seu lado olhando para o teto, ele me cutucou e me puxou para perto, colocando minha cabeça em seu peito e me envolvendo em um abraço aconchegante e um tanto quanto nojento, pois estávamos suados; mas quem liga para isso quando se está abraçada e acaba de fazer amor com o cara mais maravilhoso desse mundo.

  • Pois bem gente, desculpa mais uma vez pela demora, a vida anda meio coisada ultimamente, e não tem como eu prometer dias para postar, daí sempre que eu puder posto dois por dia tá :)
  • E sobre comentários, eu entendo se não quiserem comentar poque: (a) eu demoro demais pra postar, (b) a fic não é lá essas coisas, (c) é a primeira fic e (d) ah eu queria mais comentários sim ansbansbanbsna
  • Ah! Acho que tá tudo muito junto né, tipo, os diálogos, as partes contadas...se estiver ruim pra ler me falem que eu dou espaço :)
  • Desculpem pela falta de gifs, tava meio sem tempo e com preguiça, compenso no próximo hot, juro juradinho nasbnsdbnd
  • É isso, espero que me entendam e amo vocês! <3