segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Capítulo 12

Tirei a pulseira e a guardei no saquinho, deixando em cima da mesinha de centro.
– Espera, tem um presente não aberto ainda. – Bruno me avisou.
Fui até a caixa e a peguei. Sentei-me novamente no sofá e peguei o cartão pra saber de quem era. Brianna. Abri a caixa e bem, fiquei corada com o que vi. Tinha ainda um bilhetinho dentro.


“ Feliz dia de ficar mais velha amor. Te desejo tudo de bom, sabe que te amo. Espero que goste do presente e use ele, HOJE!!! Sei que você é tímida, cheia de mimimi, mas não custa ousar um pouco né?! Tenta, pelo menos, acho, ou melhor, tenho quase certeza de  que ele irá gostar. Use com responsabilidade hein. Beijo meu amor, juízo.”
    

  Brianna e suas malícias. Realmente ela tinha razão, devia ousar um pouco mais...O problema é que eu não sou nenhum pouco sexy. Tentarei usar o presente.
– Leni? E aí, o que é? – perguntou se aproximando e fechei  a caixa rapidamente.
– Não é nada de mais. Bem, quer seu presente agora? – pois é, “saidinha” novamente, mas perto dele é impossível não ficar.
– Não precisa perguntar duas vezes. – sorriu e me puxou do sofá.
   Levantei e lhe dei um beijo. Entreolhamos-nos e um belo sorriso bobo se formou em meus lábios. Pequei aquela caixa e com a outra mão segurei na barra do colete que Bruno usava. Fui guiando e puxando ele até o corredor do quarto, assim que adentremos ele fechou a porta com um leve chute na porta, mas acabou fazendo um forte barulho.
– Bruno! – o repreendi – Vai acordar a casa inteira. – me virei seguindo com a caixa até o banheiro, mas ele me puxou de volta.
– Calma moça. Primeiro: se acordarem não tem nada a ver, isso é algo comum do ser humano na hora da reprodução e segundo: onde pensa que vai? – disse perto do meu ouvido. A cada toque, a cada fala é uma sensação diferente, inexplicável.
Acabei rindo do que disse e me arrepiando com o seu hálito em meu ouvido.
– Calma você, eu não vou fugir. E mesmo que seja algo natural, não preciso de plateia na hora das intimidades. Aguenta um pouco aí que já volto.– me virei novamente e caminhei agora até o closet, pegando o presente dele e voltei até o quarto – Bem meu amor, aqui está o seu presente. – falei entregando-o uma caixa preta com um laço prata bem feito.
– Nossa Leni, não precisava se incomodar. – acho que ele gostou, sorria.
– Precisava sim e agora veste pra ver como ficou. –falei voltando a caminhar em sentido ao banheiro.
– Visto depois, porque já já vamos ficar peladinhos. – disse mordendo os lábios e passando a mão no peito. Comecei a gargalhar e adentrei no banheiro.
   Levei a caixa com o presente de Brianna e fiquei olhando, pensava se vestia ou não, se seria uma boa ideia, Fiquei uns dez minutos em um dilema comigo mesma e resolvi usar, ou melhor, ousar, devia arriscar um pouco. Pois é, era uma fantasia de enfermeira, sexy. Tirei minha roupa, coloquei a fantasia, o pequeno chapéu e fiquei com o salto que estava mesmo. Antes de sair do banheiro, respirei fundo, tentei controlar minha vergonha e abri a porta.

   O quarto estava completamente escuro, na verdade estava apenas iluminado pela Lua que estava muito linda por sinal. Fiquei parada na porta completamente envergonhada, pois é, talvez esse seja um dos meus defeitos. Bruno me olhava com cara tipo “o” e isso me deixava mais nervosa, seria um “o” de “Porra, você é muito gostosa agora venha aqui que eu quero lhe usar” ou “Minha filha, some desse quarto agora e leva esse exu com você, pelo amor de Deus”. Sim, viajo para um universo paralelo com frequência, principalmente nas horas de timidez.
   O silêncio predominava agora, eu não sabia o que fazer, parecia uma estátua que acha q está sexy e etc. Ai meu Deus, ele poderia falar alguma coisa, ficaria menos tensa.
– Pois bem, isso tudo é pra mim? – Bruno perguntou com cara maliciosa. Obrigada senhor, ele disse alguma coisa, meu pedido foi concedido.
Dei um sorriso amarelo.
– Ai senhor, não é pra tanto. – revirei os olhos.
– Não o que o Piggle Diggle diz. – ele olhou paro o mesmo levantando um pouco as cobertas. Espera, ele colocou nome no coisinho dele?!  - Sabe, acho que tem um menino dodói aqui. – disse ele fazendo beicinho.
Respirei fundo e tentei “encenar” um pouco. Caminhei até ele, tentei fazer uma cara mais safada, se isso é possível, e me inclinei um pouco perto do seu rosto colocando a mão na sua testa.
– Hmm, acho que você está com febre, melhor buscar um remedinho.
– Não precisa, tem um remédio bem na minha frente. – bem, ele olhava para meus peitos. Não, eu não fiz isso de propósito...talvez tenha feito sim.
– Então tudo bem. Posso fazer mais alguma coisa pelo senhor? – voltei a minha posição normal e fiquei encarando-o.
– E como pode. – ele me fitou de cima a baixo.
– Bruno, eu estou com muita vergonha, só para a sua pessoa saber. E você ainda fica me olhando de cima a baixo.
– Leni, atrás dessa fantasia eu já vi tudo. Pra que ficar com vergonha. Agora suba nessa cama e cuide do “bebê”.
   Ele tinha razão. Dei a volta na cama, tirei meus sapatos e subi calmamente. Me ajeitei ao seu lado e logo veio por cima de mim me dando um beijo. O mesmo beijo que me deixa sem fôlego quando acaba, com vontade de quero mais, com vontade e romance ao mesmo tempo. Nossas línguas em perfeita sincronia, o volume visível e “sentível” em sua calça; Bruno é perfeito, completamente perfeito pra mim.
      Num rápido movimento fiquei por cima, sentando em seu colo. Joguei aquele chapeuzinho que havia em minha cabeça pra longe e ele tateou minhas costas até achar o zíper do vestido. O abriu lentamente, pegando na barra do vestido e puxando para cima, nessa altura do campeonato já não respondia mais por mim, é incrível, quando estou perto dele é como se um botão de liga/desliga houvesse em mim, um botão em que se desliga o meu auto controle perto dele.
   Meus seios ficaram livres, e a altura de seus olhos. Logo me virou para cama e me deu um selinho, depois abocanhou um dos meus seios e o outro ficou beliscando com a mão, o qual o mamilo já estava rígido. Ele sabia me deixar completamente louca e com vontade de tê-lo dentro de mim. Passei minhas pernas em volta de sua cintura, deslizei minhas mãos até a barra de sua camisa e puxei ela para cima, um pouco com dificuldade, mas consegui. Passei minha mão por toda a extensão de suas costas, lhe dando leves arranhadas e depois passei por sua barriga até chegar ao zíper se sua calça. Bruno e eu ficamos de joelhos na cama para ele tirar sua calça juntamente da cueca e eu tirei minha calcinha e voltamos a deitar na posição em que estávamos. Pegou uma camisinha no bolso de sua casa e colocou, logo após me penetrou. Confesso que doeu um pouco, mas depois foi maravilhoso, uma sensação maravilhosa, que sentia apenas com ele. Descreveria como “estrelas explodindo e pairando sobre a minha cabeça”.
   Ele começou com estocadas fortes e firmes, e foi aliviando aos poucos. Me olhava fixamente nos olhos e deu um sorriso torto, aquele sorriso torto que eu amo, ele suava um pouco também. Apoiou suas mãos mais próximas dos meus ombros e aproximou sua boca ao meus ouvido.
– Você é gostosa e completamente perfeita. – voltou a me olhar.
   Eu apenas o olhei e dei um sorriso fraco. Já estava me cansando daquela posição e acho que ele percebeu. Com um movimento rápido deitou-se na cama e eu sentei em seu colo. Percorri minhas mãos por toda a extensão de seu corpo e introduzi seu membro em mim. Comecei apenas rebolando devagar e Bruno segurava com força o lençol, seu olhos estavam fechados e mordia levemente seu lábio inferior. Fazia movimentos de cavalgada, escutava nossas respirações ofegantes e gemidos baixos vindo do Bruno. Mexi mais um pouco e...estremecemos juntos, chegando ao ponto máximo do nosso prazer!

   Deitei-me ao seu lado olhando para o teto, ele me cutucou e me puxou para perto, colocando minha cabeça em seu peito e me envolvendo em um abraço aconchegante e um tanto quanto nojento, pois estávamos suados; mas quem liga para isso quando se está abraçada e acaba de fazer amor com o cara mais maravilhoso desse mundo.

  • Pois bem gente, desculpa mais uma vez pela demora, a vida anda meio coisada ultimamente, e não tem como eu prometer dias para postar, daí sempre que eu puder posto dois por dia tá :)
  • E sobre comentários, eu entendo se não quiserem comentar poque: (a) eu demoro demais pra postar, (b) a fic não é lá essas coisas, (c) é a primeira fic e (d) ah eu queria mais comentários sim ansbansbanbsna
  • Ah! Acho que tá tudo muito junto né, tipo, os diálogos, as partes contadas...se estiver ruim pra ler me falem que eu dou espaço :)
  • Desculpem pela falta de gifs, tava meio sem tempo e com preguiça, compenso no próximo hot, juro juradinho nasbnsdbnd
  • É isso, espero que me entendam e amo vocês! <3

Um comentário: