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Hey
pessoinhas, hey pessoinhas...me mandem mais comentários poxa, eu quero mesmo
saber o que estão achando da fic e tals. Estou aceitando todo tipo de
comentário; elogio, critica, receita de bolo, cartinha de amor, link pra curtir
páginas...Beijinhos pra vocês e boa leitura <3
Bruno
Pov’s
Sinceramente, não faço ideia o porquê de ter
beijado a Leonore. Pensei muito sobre isso e não devia ter feito isso, mas não
pude evitar...ela me atraiu. Nesses
últimos dias não pude conversar com ela, pois estava em reuniões e entrevistas.
Espero que não tenha ficado triste ou brava comigo.
Numa pausa em nossa outra reunião, saí um
pouco do estúdio e mandei uma mensagem pra ela.
““Espero
que não tenha ficado brava comigo. Me desculpe por não ter dado notícias, estava
ocupado com a turnê. Bjos/Bruno”
Ela
responde.
“Tudo bem, não estou brava. :)”
Fiquei
feliz por isso e respondi de imediato.
“Que bom. Topa um jantar amanhã?”
“Claro,
e onde vai ser?”
“É
surpresa, pego você às 20:30”
Ela não respondeu mais. Que bom que aceitou,
assim tenho a chance de me redimir e conhecê-la melhor. Voltei para o estúdio
imaginando hoje a noite.
Leonore
Pov’s
– Tá legal, não tenho ideia do que vestir.-
falei olhando meu guarda–roupas.
– Sempre soube que sem mim não viveria. – falou
Brianna balançando a cabeça e indo até meu guarda-roupas.
–
Não sabia que vaca era tão convencida. – coloquei a língua pra ela e saí
correndo.
–
Sua cadela, pode voltar aqui! – disse furiosa e saiu correndo atrás de mim.
Saímos correndo pelo apartamento. Além dele
ser pequeno e não ter muitas escapatórias, eu sempre fui completamente
desajeitada e não corria muito bem. Mais provável eu cair no meio do caminho.
Bendita boca, caí mesmo! Ela aproveitou para pular em cima de mim me fazer
cócegas. Meu ponto fraco.
–
Por favor para! – supliquei entre gargalhadas.
–
É só pedir desculpas. – Brianna falou me fazendo ainda mais cócegas.
Não
consegui falar devido as muitas gargalhadas. Retomei um pouco de fôlego para
falar.
–
Me...Des...Desculpa. – pedi entre risadas.
–
Assim está melhor. – saiu de cima de mim.
Fiquei
deitada no chão mais um pouco me recompondo.
–
Você é cruel. – me levantei.
–
Talvez um pouco – riu – Mas às vezes isso é necessário pra te ver rir sabia?
Fiquei
séria e ela continuou.
–
Há tempos não vejo você rir, sorrir...A não ser que o assunto seja Bruno Mars.
Sabe, você fica a maior parte do seu tempo trabalhando, lendo; devia se
divertir um pouco. Trazer coisas do passado a tona só vai fazer você piorar e
acho que devia jogar um charme pra cima do senhor Mars, porque com ele qualquer
um percebe que você fica mais feliz.
Depois
do que ela disse fiquei pensando um pouco e nem tinha palavras. Talvez ela
tenha razão, sou realmente viciada em trabalho, não saio muito, mas o que vou
fazer? Sou insegura, insegura comigo, com as pessoas, não gosto do que vejo no
espelho.
–
Talvez tenha razão. – falei baixo.
–
Eu já disse, eu me preocupo com você e quero vê-la feliz – sorriu sem mostrar
os dentes. Sua voz mostrava compaixão – Agora vá se arrumar que hoje você tem
um encontro de arrasar. – falou e me fez sorrir.
–
Mas ainda tem um tempinho. Nossa, acho devíamos ligar pra mamãe antes que ela
nos mate por não darmos notícia.
Ela
pegou o celular e discou o número.
– Oi mãe, quanta saudades. – disse Brianna com
os olhos marejados e colocando no viva voz.
– Saudades? Vocês que esquecem da pobre
coitada aqui e ainda sentem saudades? Ah, estou brincando, estou morrendo de
saudades de você e da Leni. – como era bom ouvir a voz dela, tão doce e que me
acolheu durante tempos quando fiquei depressiva.
–
Oi mãe. – falei com a voz levemente embargada. Eu a chamava de mãe porque
cuidou de mim desde pequena – Também estou morrendo de saudades.
– Está no viva voz é? Que bom, assim falo com
as duas ao mesmo tempo. Como vão vocês minhas queridas? – imaginei seu sorriso
protetor.
–
Estamos muito bem, nossos trabalhos caminhando...só sinto falta de Londres. –
Brianna falou.
–
Como vai o papai? – perguntei me lembrando do bom humor dele e de suas
piadinhas.
–
Ele está bem como nunca, finalmente conseguimos comprar nossa casa de campo, e
ele acabou de gritar do banheiro mandando um beijo pra vocês. – eu e Brianna
rimos da situação.
–
Que notícia boa mamãe, sei o quanto queriam essa casa, mas agora temos que
desligar porque a senhorita arrasa corações tem um encontro. – Brianna fala me
olhando.
– Tudo bem minha filha, depois vou querer
saber tudo sobre esse tal encontro e da vida amorosa de vocês.
–
Nós contamos. Beijo pra senhora e pro papai – falei – Amo vocês – falamos
juntas.
Brianna desligou o telefone e ficamos nos
entreolhando por um tempo, Um rápido flashback
passou em minha cabeça. Lembrei dos momentos difíceis da minha vida, com a
morte dos meu pais, do irmão ou irmã que poderia ter mas minha mãe perdeu no
acidente, os “julgamentos” pela minha guarda, quando fui morar com a Brianna e
ela se tornou muito mais que amiga; uma irmã mesmo. A época que era bem
gordinha e era muito caçoada na escola, o que me levou a abandoná-la por um ano
e entrar em depressão...momento muito difícil pra mim e que “minha nova
família” me ajudou muito. E agora estou aqui, em Los Angeles, no trabalho dos
meus sonhos junta da Brianna e gostando
de uma pessoa que nem conheço direito.
Fui para o banho. Vesti a roupa que ela havia
separado para mim, e sim, ela realmente tem bom gosto. Coloquei uma saia longa
transparente nas pernas da Brianna e um scarpin também dela, um cropped azul
escuro, uma maquiagem leve, cabelos simples e uma carteira.
–
Se eu fosse homem pegava. – brincou Brianna me deixando com vergonha.
–
Mas uma faixa da minha barriga está aparecendo, parte das minhas pernas
também...Você não acha que está muito chamativo, sexy.
–
Eu só acho que a roupa está mais larga. Leni, você andou emagrecendo? –
perguntou levantando uma sobrancelha.
–
Você acha? Ai que bom. – falei animada.
–
Leni, você tem o corpo ótimo, não precisa emagrecer.
–
Tudo bem, tudo bem, mas é melhor ir descendo, está quase na hora que ele marcou
comigo. – falei caminhando até a porta.
O interfone do apartamento tocou. Brianna
atendeu e disse que ele já estava me esperando. Me despedi dela e desci. Lá
estava ele, lindo, com os cachos soltos, uma camisa social branca, uma calça
também social preta e um mocassins preto.
–
Oi. – foi o que consegui dizer. Estava envergonhada com a roupa, com ele.
–
Oi. Pronta para o jantar? – perguntou e me olhou de cima a baixo e como sempre
corei. Assenti.
Ele abriu a porta do carro para mim e deu a
volta no carro, se sentando no banco do motorista. Arrancou com o carro e
partimos. Durante o caminho não falamos nada, apenas curtimos o som do rádio.
Estava tocando Love Me Tender – Elvis Presley e particularmente, amo essa
música e comecei a cantar bem baixinho. Ele percebeu e deu um sorriso torto, o
qual adorava.
Chegamos ao nosso destino, um restaurante na
beira da praia. Muito lindo, com algumas mesas do lado de fora, com velas
acesas e uma vista linda para o mar.
Nos sentamos na mesa em que Bruno havia
reservado e logo veio o garçom.
–
Boa noite, em que posso ser útil? – perguntou o rapaz educadamente.
Demos
uma breve olhada no menu.
–
Vou querer Carpaccio e você? – Bruno me olha.
–
Pra mim apenas um antepasto de cogumelos. – pedi.
–
Alguma bebida para acompanhar? – perguntou novamente o garçom.
–
Bebe vinho? – Bruno perguntou e eu assenti – Então um vinho tinto seco.
–
Okay, logo mais trago os pedidos de vocês. Tenham uma boa noite. – disse simpaticamente
e virou-se
–
É sempre tão “certinha” assim ? – perguntou Bruno puxando papo.
–
Certinha? Não, apenas tímida, quieta, morre de vergonha com qualquer coisa,
tudo menos certinha. – sorri.
–
Está bem senhorita me recuso ser chamada de certinha. – falou e comecei a rir.
Impressionante como perto dele eu rio, fico envergonhada, acho que viro outra
pessoa que nem mesmo sabia que existia em mim.
–
Você não é de comer muito né?
–
Não muito. – falo e ele me olha assustado – O que foi? Só por que você é gordo
eu também tenho que ser? – comecei a rir.
–
Olha aqui queridinha, isso daqui não é gordura, são apenas pneuzinhos que
significa que estou no ponto da gostosura. – ele fazia gestos de mulher e eu
gargalhava mais ainda.
Nossos pedidos chegaram e continuamos a
conversar. Nunca ri tanto num dia como esse. Depois do jantar fomos pagar a
conta, insisti para pagar mas ele se recusou a aceitar e quando estávamos a caminho
do estacionamento comecei a sentir meu corpo ceder. Fui ficando zonza, minhas
pernas amoleceram, comecei a cambalear e a única coisa de que me lembro era o
som da voz do Bruno dizendo “Meu Deus Leni” e algo me segurando.


Aiii, que houve com ela? Ela tá doente? :o Ain tadinha! Caramba, eu morri rindo com ela folgando nele dnsaiondiosandsoi' gente, chamando ele de gordo <3 dsoianoisn que lindo! Continua Frávis <3
ResponderExcluirA o bolo se faz assim:
ResponderExcluir-Três cenouras média ralada;
-Uma xícara e meia de óleo de cozinha;
-Duas xícaras e meia de farinha de trigo;
ZOOOOA
hahahahahaha não vou te dar a receita do bolo de cenoura n.n
Ameeeeeeei, xente eles querem se pegar! akjdgaskjdsjd
ResponderExcluirMas o que houve com ela? tá doente?
AI MEU DESU, CONTINUA!!