- Continuem comentando, e estou aceitando mais receitas de bolo. Beijocas e boa leitura <3
- Próximo capítulo hot :p
Comecei a abrir meu olhos lentamente, aquela
luz branca e forte irritaram meus olhos. Definitivamente aquele não era meu
quarto, tudo completamente branco, cortinas ao meu lado e Bruno desajeitado em
uma poltrona dormindo? Sim, aquilo era um hospital. Mais duas camas ao meu lado
esquerdo, a minha era a última próxima a porta. Tentei erguer o corpo mas
estava com algo ligado na veia, tive que me ajeitar aos poucos ficando um pouco
sentada. Não me lembro de nada, não sei como vim parar aqui, o que aconteceu
depois do jantar, nem o porquê de ter parado aqui.
Olhei para ele, dormindo profundamente e
lindamente ao lado da minha cama, mas quando acordar vai ter uma baita dor nas
costas pela posição em que estava. Cerrei meus olhos para tentar ver as horas
no relógio da parede e marcava dez pras duas da manhã. Caramba, ele está todo
esse tempo aqui. Pelo que me lembro saímos do restaurante às onze mais ou
menos. Muito fofa a atitude dele; coração acalme-se aí por favor.
Tentei me levantar mas as pernas ainda
estavam mole e quase caí. Não sei se fiz barulho ou meu movimento brusco
demais, mas ele acordou. Aqueles olhos amendoados, grandes e expressivos me
fascinavam, ele piscou rapidamente para despertar e me deu um sorriso.
–
Ora ora, a donzela acordou. - levantou-se e veio até mim me ajudar a deitar
novamente.
–
Obrigada. – agradeci – Hmm...Como vim parar aqui? – perguntei assim que me
ajeitei.
Dessa
vez ficou de pé ao meu lado apoiando-se na beirada da cama.
–
Assim que saímos do restaurante você começou a ficar estranha, mal, perdeu o
equilíbrio. Apenas apagou, desabou e se eu não tivesse te segurado cairia no
chão. Eu, sinceramente, fiquei desesperado . – riu, acho que se lembrando da
cena – Em certo momento não tive reação, somente te coloquei no carro e segui
até o hospital mais perto.
–
Meu Deus, como posso ter “desligado” assim? E por tanto tempo? – perguntei
incrédula – E as meninas já sabem? – me dirigi a ele.
–
Sim. Assim que chegamos aqui liguei para Brianna e ela está aí fora, quer
vê-la? – assenti.
Bruno
foi lá fora e voltou com as meninas para o quarto. Nos deixou sozinhas.
–
Garota, você não tem nem ideia do susto que levei. – Brianna entra toda apressada
e Sam logo atrás.
–
Você tem noção do que passamos? – Sam contesta.
–
Calma meninas, eu estou bem e, além disso, estava com o Bruno.
–
E se não estivesse? - fala Sam – Conversamos com o médico.
–
E? – gesticulei com as mãos.
–
E daí que a senhora desmaiou por falta de comida, estômago vazio. Leonore, já
falei pra parar com essa frescura de ficar magra e ficar sem comer. – Brianna
parecia a minha mãe.
–
Okay.
Bruno voltou ao quarto e todos ficaram lá,
comigo. Depois de terminar de tomar o soro na veia fui liberada. As meninas me
levaram embora e sabia que iria morrer de sono amanhã. E também tenho que me
desculpar pelo trabalho que dei ao Bruno.
(...)
Já faz três meses que conheci Bruno, estamos
no nosso mês, ou seja, meu aniversário e o dele. Durante esses meses descobri
(na verdade eu sabia o que tinha) que tenho anorexia. Os meu desmaios se
tornaram mais constantes, cheguei a ficar dias sem comer um grão de arroz se
quer e, chegando a esse ponto Brianna me levou ao médico. Quando foi dado o diagnóstico,
ela ficou em choque e eu sem reação, foi aconselhado a marcar consultas com um
psicólogo, comecei a tomar diversas vitaminas, pois quase nem tinha mais em meu
organismo, e estou há três meses sem trabalhar. Na verdade volto amanhã para o
trabalho.
Nesse período o cuidado com que as meninas
tiveram comigo foi fundamental, sem contar que até o Bruno vinha no apartamento
me “olhar”; mesmo com a agenda cheia. Isso só fez aumentar o que eu sinto por
ele, todo esse cuidado, carinho, atenção...Aquieta coração de novo. Mas já está
começando a ficar difícil esconder o que eu sinto. Acho que já deixei
transparecer isso. Toda vez que estou perto dele eu fico confusa, falo coisas
sem nexo, tímida demais, rio mais do que o normal...Mas isso seria impossível;
nós dois juntos.
Bruno
Pov’s
Já estamos em outubro, agora está mais
corrido para mim e é mês de aniversário, meu e da Leni. Falando nela espero que
esteja bem, amanhã ela volta a trabalhar e esses últimos meses não foram nada
fáceis pra ela. Como ela pode querer emagrecer mais? Ela tinha/tem um corpo
maravilhoso e depois de tantos remédio e suplementos está voltando ao seu
normal.
Passar esse tempo com ela foi muito bom,
além de ajuda-la aprendi muitas coisas com ela. Às vezes pensamos que o mundo
gira ao nosso redor, que ele está contra você, somente você, mas quando convive
com outras pessoas percebe que atrás de uma vida que parece ir as mil
maravilhas, pode ter algo obscuro. Ela
me faz bem, me deixa alegre, me apoia, me ajuda...é uma amiga e tanto.
–
Hey cara, pensando na vida? – Phil me cutuca me tirando do transe.
–
Deve ser amor. – Ryan folga.
–
Resolveram me encher agora? – finjo seriedade mas acabei sorrindo. – Phil, será
que podíamos falar à sós?
–
Claro.
Fomos
até o escritório que tinha em casa.
–
Vai, desembucha. – ele se senta numa cadeira nos servindo com whisky.
–
Sabe cara, acho que a Leni gosta de mim. Algo a mais do que nossa amizade.
–
Você acha? Mas é lerdo mesmo. – Phil balança a cabeça negativamente e sorri
torto – Até o Gege já percebeu que ela é apaixonada por você. – ele folga.
–
Apaixonada? Isso é forte. – tomei um
pouco de whisky.
–
Meu Deus Bruno qualquer um percebe isso. Quando ela está perto de você seus
olhos ganham um brilho inexplicável, e olha que na maioria do tempo ela tem um
olhar triste, perto de você ela tem um sorriso único e bobo, suas falas se
atrapalham...Cara ele te ama mesmo.
Fiquei
sem reação.
–
Mas Phil, não sei se sinto o mesmo por ela. Leni se tornou muito especial pra
mim, mas o que sinto por ela é somente amizade.
–
O beijo que vocês deram lá no começo significou algo? – ele pergunta e assenti.
– Então, está perdendo o quê? Tenta pelo menos, ela te fez tão bem e é difícil
achar outra como ela.
Phil tinha razão, talvez sentisse alguma
coisa por ela, algum pontinho de amor. Peguei meu casaco perto da porta, as
chaves do carro e segui para o apartamento dela.
Leonore
Pov’s
Brianna acabara de sair, Phered a chamara
para um passeio na praia e pela carinha dela não era só isso. Peguei minha
maleta de “manicure” e resolvi pintar as unhas. Me sentei na bancada da
cozinha, peguei um pedaço de bolo que havia na geladeira até que a campainha
tocou. Fui até a porta atender.
–
Oi Bruno, entra. – sorri, mas ele parecia sério.
Caminhamos
até a cozinha e ele se sentou ao meu lado.
–
Leni, precisamos conversar. – sua cara não era das melhores.
–
Okay. Sobre o quê? – falei pegando um esmalte.
–
Sobre você. – me olhou nos olhos. - Nem sei como começar mas vou tentar.
Leonore, você sente algo sobre a minha pessoa?
–
Sim, somos amigos não é, normal eu gostar de você. – menti. Minha vontade era
de falar tudo o que sentia.
–
Mas não desse jeito, digo, sente algo a mais por mim? Tipo namorado e namorada?
– pegou em minha mão. Eu escutei bem? Ele disse namorado e namorada?
–
Claro que não, imagina...Chega! – alterei um pouco a voz – Chega de esconder
isso. Sim Bruno, eu sinto algo a mais por você, eu sou completamente apaixonada
por você, eu te amo. – sinto que fiz alguma coisa errada e nem acredito que
consegui falar pra ele o que sentia.
Como
era de se esperar, ele me olhava assustado. Pronto, agora ele vai embora, me
deixa, nunca mais fala comigo; sou uma burra mesmo.
–
Leni – me virei para ele – Obrigado. – sorriu.
–
Obrigado pelo quê?
–
Por ter aberto meu olhar, por me fazer perceber as pessoas a minha volta, por
ser minha amiga. Sinto muito não poder dizer tudo isso que você me disse, o que
sinto não é paixão, te vejo como minha amiga. Mas isso não impede de tentarmos
algo. – segurava minha mão.
Eu
ainda não acreditava no que eu falei, no que ele disse, tudo parecia um sonho.
–
Bruno – suspirei – Como posso ficar com uma pessoa que não me ama, que não pode
corresponder o que eu sinto...É difícil. – abaixei minha cabeça e senti sua mão
delicadamente segurar meu rosto e puxarem para próximo do seu.
–
Mas eu não disse que te amo.
A essa hora um sorriso bobo já tinha se
formado em meu rosto. Nosso lábios se selaram, movimentos leves e nossas
línguas explorando a boca do outro, parecia nosso primeiro beijo, tão romântico
e “sexy”. Nos levantamos e ele aproximou nossos corpos.

Se o Bruno enganar ela eu capo ele, e sinto informá-lo, mas será impossível ter filhos! u_u
ResponderExcluiraushuahusahushuah
Juh violenta nsbansbnsan Mas talvez engane, talvez não...
ExcluirAwwwn *u* espero que o Burno não faça nada de errado, porque eu arranco o pinto dele fora, like a Jujuba dnasondosiandsoa' u.u
ResponderExcluirVocês são violentas u.u nabsansbnabnsbabnsbn
ExcluirVou espancar o Bru se fizer alguma coisa com a Leni!
ResponderExcluirXeeeeeeenti, isso foi tão cute *-*